Informe do deputado federal Alfredo Kaefer (que andou garimpando alguns votos por aqui) dá conta de que estaria encaminhando à Câmara dos Deputados, projeto de lei que visa reformular a participação dos municípios na distribuição dos extorsivos impostos arrecadados pela União e que estariam sendo assim distribuídos: 17% para os municípios, 25% para os estados, e 58% para a União. Sem que se queira questionar essas proporções, se são justas ou não, mas a União, através do seu plenipotenciário poder, não podendo aumentar constitucionalmente a sua participação percentual, simplesmente atribui a estados e municípios serviços que deveriam ser da área federal, como a saúde, por exemplo. O SUS, divulgado como solução pelo atual governo, não passa de um arremedo da assistência a que o cidadão deveria ter direito. R$.7,00 por uma consulta médica, é o que o SUS paga a médicos que se credenciam no SUS. Ridículo. Deprimente. O recente colapso no Hospital de Base de Brasília e os “internamentos” em macas pelos corredores de Hospital Oficial em Belo Horizonte, são um retrato do caos que é o SUS pelo Brasil afora. Em Belo Horizonte um cidadão com a cabeça “rachada” ficou 72 horas à espera de atendimento. Nem vamos falar em Rio Branco do Sul, onde a assistência ao cidadão, pelo menos no Hospital local, é precária e onde nem mais remédios são encontrados pelos enfermos. E ainda querem eleger a “coroa” como presidente da República.