A questão da autoridade do prefeito de Itaperuçu já foi assunto do RX. Quando o “filho” mandava, este diretor advertiu o prefeito sobre os malefícios de sua obediência ao mesmo. Apesar de lamentar a forma como o “menino” faleceu, dá a impressão de que um novo “pseudo-líder” assumiu as rédeas, o que se deduz de um dos questionamentos abaixo, contra quem o editor nada tem. O que se lamenta é a subserviência com que o prefeito aceita essa situação. Demonstra total incapacidade para o cargo para o qual foi eleito, não passando de um títere, o que é lamentável. No entanto, esta situação não é privilégio de Itaperuçu. “Inocentes úteis” são guindados ao poder por equipes instrumentalizadas por elementos acostumados à vivência das entranhas “do poder”, e o exercem através de chantagem e da pressão. Aí acontece o que se verifica em Itaperuçu e Rio Branco do Sul: leigos ou pouco afeitos “ao poder”, são “instrumentalizados” e dirigidos pelos “mais vividos” e se tornam títeres, sem qualquer autoridade do cargo para o qual foram eleitos. Infelizmente, este é um aspecto da democracia, quando não se exige um mínimo de qualificação para quem se propõe exercer um cargo público de mando. E o pior de tudo, é que esses “títeres” não se apercebem da sua condição de “manipulados por cordinhas” e continuam a aparecer como “titulares” do tal cargo. Lamentável, mas trágico. O povo elegeu o tal e quem exerce o cargo são “terceiros” bem articulados. O que os tais títeres não perceberam, é que “eles” é que “vão tomar na tarraqueta”. Sem dó, como já aconteceu, aliás, em Ita, apesar da advertência do Editor.
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